Domínio .pt faz quinze anos

Setembro 23, 2006

Os primórdios da Internet na língua de Camões e Pessoa.Notícia no Sol online:

Foram nove os primeiros domínios registados em «.pt», corria o ano de 1991. Dns.pt, fccn.pt, inesc.pt, inescb.pt, inec.pt, puug.pt, ssf.pt, ua.pt e e up.pt inauguraram a presença de entidades nacionais na Internet.

Foi, no entanto, a partir de 1995, que se deu a primeira grande explosão de domínios «.pt», já que «a World Wide Web era pouco conhecida em Portugal até à data», explica Pedro Veiga, presidente do conselho executivo da Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), responsável pelo serviço de registo de domínios e subdomínios «.pt».

«Com o aparecimento das empresas comerciais, como a Telepac, dá-se, de facto, em 1995, a grande explosão de domínios .pt, mas, em 2001, com o advento da bolha tecnológica, deu-se um crescimento exponencial», acrescenta o responsável.

Um crescimento que desacelera nos dois anos seguintes e que sofre novo impulso a partir de Março de 2006, por força da mudança das regras de registo, da consequente redução da burocracia e da diminuição dos custos em cerca de 40 por cento.

Nem o aparecimento do domínio comunitário «.eu» veio desacelerar este acréscimo, responsável pelo registo mensal de 3000 a 3500 novos domínios «.pt». «O .eu não tem tido o impacto esperado e penso que não irá influenciar os registos nos domínios dos países da União Europeia», sustenta Pedro Veiga.

Como as regras estão, há muito, definidas, tem sido bastante pacífica a atribuição de domínios «.pt». Excepção feita a uma disputa pelo domínio «borlix.pt» que opôs uma empresa do Grupo Sonae à Borlix Lda.

A primeira fez o registo do domínio com base num pedido de marca, mas a segunda exigiu o mesmo registo por causa do nome da empresa. O caso acabaria em tribunal e o domínio seria atribuído à empresa da Sonae, dando razão à FCCN.

Actualmente, existem quase 75 mil domínios «.pt» activos, número que, acrescentado aos mais de 19 mil «.com.pt» e aos cerca de nove mil «.edu.pt» faz com que sejam mais de 104 mil os domínios nacionais.

Riki


Gangs Rivais

Setembro 21, 2006

Estas são as nossas arqui-inimigas desde sempre!

Não se deixem enganar pelo ar delas, pois lá dentro são diabólicas!


Nome Novo? Gente nova?

Setembro 20, 2006

Pois é, o nome do blog mudou para Cannabis, pois passaram a fazer parte do blog os meus dois compinchas Rafael e Eduardo, e juntos formamos o gang políticamente correcto (ou não) Cannabis. Assim, fiquem à espera que eles se apresentem e esperem muitos e bons posts!

PS: Na barra lateral estão as nossas fotos e aqui fica o símbolo do Cannabis

cannabis_simbolo.jpg


Banners personalizados

Setembro 13, 2006

A partir de agora vamos ter banners que tenham a ver com assuntos da actualidade.

Espero que gostem! :-) ;-)


5 Anos (e 2 dias) Depois…

Setembro 13, 2006

andava eu a vaguear no Deviantart e deparei-me com isto.

(clique na na imagem para aumentar)


Grande jogo! Grande golo! Grande baile que demos ao Inter!

Setembro 13, 2006

No dia em que fez 69 anos que Peyroteo se estreou com a camisola do Sporting, os seus sucessores, fizeram história. Derrotaram o poderoso Inter de Milão. E até derrotaram bem. Jogaram unidos e com uma garra única, entreajudaram-se em campo de uma forma pouco vista. Em resumo fizeram uma grande exibição.

Que exemplo esta equipa do Sporting deu hoje. Obviamente só ganhámos este jogo e mais nada. Será necessário continuar a trabalhar com esta garra. Ainda nada está ganho mas se jogarmos sempre assim vamos ter alegrias de certeza esta época…

Post gentilmente surripiado do grande (hoje é tudo grande) blog Alvaláxia


Dia de jogo em Alvalade

Setembro 8, 2006

Ainda longe do estádio, já o murmurinho que paira no ar nos dá uma ideia do que vai acontecer naquela noite.

A confusão dos carros a tentar arranjar lugar (que se estende até Telheiras), os vendedores de cachecóis, as torres que sustentam a cobertura iluminadas no céu negro, o verde e branco nos corpos das pessoas que passam, fazem adivinhar um ambiente fervoroso dentro do estádio.

Já no recinto, é ver a porta em que temos de entrar, ir para a fila e passar o bilhete nos torniquetes com leitores a laser. É agora. Vamos entrar. Deixamos os azulejos em tons de verde e passamos pelas portas amarelo-vivo e parece que, de repente e sem avisar, alguém aumentou drasticamente o volume do som. O murmurinho que vinha aumentado à medida que nos aproximávamos do estádio transformavam-se agora numa monumental e monstruosa mistura de sons: cantos em conjunto, assobios, conversas com o parceiro do lado, o speaker! Tudo isto só é abafado e engolido pelo batido de emoções e sentidos que o jogo nos proporciona. A nossa equipa, os adversários, o sempre mal-amado àrbitro, as claques, as famílias inteiras, os telefonemas para casa a (tentar) descrever o ambiente, as conversas com o velhote da cadeira ao lado que nunca vimos na vida, mas que por ser do nosso clube, e por estar ali a participar naquela festa torna-se imediatamente num amigo de confidências. Tudo isto parece que vai deitar o estádio abaixo, mas a fé dos leões não deixa. Os medos, as esperanças, as apostas, e as discussões entre treinadores de bancada, que apostam cada cêntimo que têm em como a sua táctica e a sua equipa ganhariam todos os jogos, fazem parte do ambiente que nos aquece a alma e que nos faz sentir que fazemos parte de uma grande família, da família sportinguista.

Casa de banho para uns, palco de sonhos para outros, é a casa do Sporting, é o Estádio Alvalade XXI.


A Epidemia das bolas – com ou sem creme

Setembro 8, 2006

Estão por toda a parte. Bem, na verdade não. Estão por toda a praia. Não sei como é que há pessoas que ainda se preocupam com a gripe das aves. Isto é ainda pior. Os peritos afirmam sem dúvidas que esta é a epidemia do séc. XXI. Chamam-lhe a “Epidemia dos vendedores de bolas”. Bolas? – perguntam os mais desatentos. Sim, bolas. Bolas de Berlim. Com creme ou sem creme.

Até há pouco tempo, quando alguém ia à praia, ouvia vários sons característicos deste lugar: gaivotas a soltar onomatopeias, o barulho das ondas a rebentar, criancinhas a pedir desculpa a velhotas por lhes terem acertado com a bola, e por vezes até pessoas, que por uma qualquer razão e por força do calor adormeceram e estão, enfim… a ressonar! Mas ultimamente apareceu nas praias portuguesas um som que suplanta todos os outros. É emitido por seres humanos, muitas vezes brasileiros, que soltam frases como estas (ler com sotaque brasileiro):

“Olha a bolinha, bolinha fresquinha, bolinha de Berlim.”

“É o show de bola. Bolinha de Berlim, com creme e sem creme”

“A gostosa bola de Berlim está passando, tem vitamina M e é deliciosa.”

E lá vão eles, os “vendedores de bolas de Berlim”, sejam homens ou nmulheres, a apregoar as suas bolinhas, de geleira ao ombro, guardanapos na mão e uma bolsa na cintura com os trocos. Nunca, mas nunca, eu, nas minhas várias visitas a praias, vi com os meus dois olhos, um vendedor de bolas a pousar a geleira e a descansar. Já vi, isso sim, um a largar tudo e a fugir a sete pés, mas isso foi porque alguém chamou a polícia marítima, que, apesar de não ter apanhado os vendedores ( que não deviam ter a licença que deve ser precisa para vender as ditas bolas), confiscou as geleiras cheias de bolas, provavelmente para as comer todas mais tarde.

Mas enquanto escrevia este texto apercebi-me que esta epidemia não vai durar muito. O nº de vendedores vai continuar a aumentar até ao ponto de haver um sindicato dos vendedores de bolas, e quando houver mais vendedores que banhistas, estes vão desistir de vender bolas. E aí sim, aí poderemos preocupar-nos com a gripe das aves.


A sony é uma cambada de palhaços!

Setembro 8, 2006

Que raiva! adiaram o lançamento da ps3 na europa para março de 2007


Crónicas de um podcaster adolescente – Piscinas mais Realistas

Setembro 5, 2006

Quem será que inventou a piscina? Uma pessoa peculiar, por certo, esta que decidiu escavar um buraco na terra e enchê-lo de água.

Imagino que as suas intenções eram as melhores: proporcionar a quem, por força do destino, não vive perto do mar, de um rio ou mesmo de um lago, o prazer de nadar, chapinhar, mergulhar ou o que lhe quiserem chamar. Depois veio alguém que entornou sal na piscina para a tornar mais parecida com o mar. Houve ainda quem criasse umas “maquinetas” para fazer ondas nas piscinas, e não contentes com isso, puseram areia à volta da piscina e criaram uma verdadeira praia artificial.

Mas será que estamos contentes com isso? Não! Queremos piscinas mais realistas. Queremos piscinas com derrames de petróleo que matam a fauna e a flora marinha, com tartarugas sufocadas em sacos de plástico. Queremos piscinas com descargas ilegais de resíduos perigosos, piscinas com mais lixo que grãos de areia e com oportunistas que alugam espreguiçadeiras a 30€ à hora. Será que queremos tudo isto? Claro! Se tudo isto se mudasse para as piscinas, teríamos com certeza praias muito mais agradáveis. E com certeza muitas mais praias premiadas com bandeira azul.

Depois era só esfregar a lâmpada e pedir ao génio que limpasse as piscinas e todo o mundo ficaria mais feliz.

Um pouco melodramático, uh? :-)